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	<title>Arena Semi-Deuses &#187; Fan-fic</title>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] Beijo Abercrombie e a Fúria dos Deuses &#8211; Capítulo 7</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Beijo Abercrombie]]></category>
		<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>

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		<description><![CDATA[Então, os capítulos dessa Fan-Fic está uma confusão, porque o Prólogo virou Capítulo 1, e a história ficou atrasada, aqui na arena. Não atrasada, mas com o número do capítulo errado, então o capítulo 6 foi postado com 5, então, eu vou deixar do jeito que foi postado no Fórum para não dar muita confusão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Então, os capítulos dessa Fan-Fic está uma confusão, porque o Prólogo virou Capítulo 1, e a história ficou atrasada, aqui na arena. Não atrasada, mas com o número do capítulo errado, então o capítulo 6 foi postado com 5, então, eu vou deixar do jeito que foi postado no Fórum para não dar muita confusão.</p>
<p style="text-align: left"><a href="http://semideuses.percyjacksonbr.com/wp-content/uploads/2012/01/beijo-abercombrie.png"><img class="size-medium wp-image-2348 aligncenter" src="http://semideuses.percyjacksonbr.com/wp-content/uploads/2012/01/beijo-abercombrie-300x211.png" alt="" width="300" height="211" /></a></p>
<p style="text-align: center">Errando</p>
<p style="text-align: left">Abri os olhos, Will já não estava mais visível, rolei para o lado, livrando-me dos cobertores, o movimento deveria ter me derrubado, só então percebi que estava na cama, ele deve ter me trazido para o quarto. A claridade que entrava pela fresta da enorme cortina, era artificial, do lado de fora estava escuro&#8230;<br />
Sai de sob as cobertas, porque eu tenho mania de dormir até com a cabeça coberta? Devia parecer uma morta sob sua mortalha, vista de cima. Abri a cortina, um vulto passou ao lado do chalé, indo em direção a floresta. Obriguei meus olhos a se acostumarem com a escuridão parcial.<br />
Sai do quarto, Will dormira no sofá, a T.V ligada passava um filme da Disney. Desliguei a T.V o relógio marcava 23:45, eu dormira o dia todo. E o que era aquele sonho? E quem é esse tal de Tyson Knight? Coloquei o controle remoto na mesinha de centro, cobri Will. E sai do chalé, um vento forte açoitava a colina. O acampamento estava silencioso de mais. O vento era incomum, o céu estava estrelado, e a lua brilhava no céu, e os chalés com exceção do de Ártemis tinham fogo grego em jarros de cristal, brilhando, e dando a tudo uma claridade esverdeada. Como o interior de uma floresta sob o sol. O vulto reapareceu, agora na orla da floresta, passei pelo chalé de Ares, e peguei uma das várias espadas, que haviam encostadas na parede, não se adaptou perfeitamente a minha mão como ceifadora, mas deveria servir.</p>
<p style="text-align: left"><span id="more-2345"></span><br />
Entrei na floresta no encalço do volto, ele era rápido, e não muito silencioso, meu coração martelava em meus ouvidos, a adrenalina corria em minhas veias, e meus reflexos estavam ao máximo, podia ouvir quase tudo, e as coisas pareciam se mover mais lentamente, apesar de eu estar correndo. Parei quando cheguei a uma formação rochosa que “brotavam” do chão, em uma pequena campina, A floresta estava novamente silenciosa, por alguns instantes a única coisa que ouvia era o cri cri lar dos grilos, e o vento que açoitava a campina, a adrenalina havia sido queimada, meu músculos pediam folga, finquei a espada a meu lado no chão e me sentei no monte de pedras, o vento balançava a copa das arvores a minha volta, um barulho como o de galhos e folhas estalando no chão, me trouxe de volta a atmosfera do sentido de eu ter ido até ali. Eu era rápida, porem ele foi mais, antes que eu conseguisse retirar a espada do chão braços fortes me puxaram pela cintura, fiz menção de que gritaria, mas ele me silenciou com um beijo.<br />
- Perdeu o juízo foi, garoto? – Agora, à luz da lua pude ver quem era.<br />
- Quem é você, e o que fez com a minha Lady Luck? – Ele ainda me mantinha em seus braços, o vento ainda soprava na clareira, e meu cabelo dançava às minhas costas, o vento frio, ali entre os braços dele, parecia até agradável. Eu não devia estar ali, mas não queria ligar para isso, ele era&#8230; Quente.<br />
- Porque foi que você veio pra cá, no meio da noite? – Tentei fazer cara de brava, mas ele me distraiu, distribuindo beijos, pela linha do meu maxilar, e mordiscou o lóbulo de minha orelha.<br />
- A gente sempre vem aqui. – Aquilo me fez arrepiar.<br />
- Mas eu não posso&#8230;Thor&#8230; –Eu estava desconexa, perdendo a linha de pensamento. Desisti de lutar contra aquilo, ele era maior, mais forte, e&#8230; extremamente&#8230; Quente. Isso não era justo, mas quem disse que a vida é justa? Quando percebi estávamos sentados no chão, ofegantes, ele apenas de bermuda, e eu de jeans e sutiã, estava sentada entre suas pernas, com a cabeça pousada em seu peito, podia ouvir seu coração martelar no peito, como uma locomotiva, enlouquecida, ele cantarolava algo olhando a lua. Além de seu coração podia ouvir o riacho correndo ali perto, ele pareceu perceber isso, pois levantou e me pegou pela mão, recuperei nossas camisetas, que no momento se encontravam, dependuradas no cabo da espada. Ele me levou pela mata até a margem do riacho.<br />
- Eu não vou nadar, está frio, e eu não estou de biquíni. – Corei, pois percebi que estava parada em frente a uma garoto, lindo, apenas de jeans e sutiã.<br />
- Você nunca se importou, &#8211; Ele tirou a bermuda ficando apenas de cueca, e entrou na água, submergiu e logo voltou a superfície. Me sentei na margem e fiquei observando, a água escorrer em gotinhas, de seu cabelo, e de seus músculos. E não percebi seu plano.<br />
Logo ele estava comigo no colo, e dentro do lago.<br />
- Mas que droga, eu estou de jeans. – Joguei água nele.<br />
- Prefere tirar? – Seu sorriso malicioso, não deixava duvidas, que ele não iria se opor a isso.<br />
- Não, estou muito bem assim. – Cruzei os braços sobre o peito, eu estava molhada, e o vento assolava o acampamento.<br />
- Que tal se aquecer? – Ele abriu os braços, e eu sem pensar duas vezes, me encaixei em seu peito, a água já estava no meu umbigo, comecei a me esquentar, ele segurou meu rosto, me fazendo olhar em seus olhos. Eles eram verdes, mas puxavam para o dourado, quando estava de bom humor, percebi.<br />
- Que foi? – Ele me olhava tão fixamente, que pensei que pudesse estar vendo minha alma, ou tentando vê-la. Tentei desviar os olhos, mas ele ainda me encarava.<br />
- Nada, estava apenas, tirando algumas conclusões. – Sorriu e apoiou o queixo sobre minha cabeça.<br />
Me afastei alguns centímetros de seu corpo, a água agora já beirava meu pescoço, e eu estava na ponta dos pés.<br />
- Agora me fala o que foi.<br />
- Nada, apenas estava tentando decidir, o que mais gostava em você. – Tive a sensação de parecer uma das vacas sagradas de seu pai. Burra, lenta e vermelha.<br />
Tomei fôlego e decidi perguntar.<br />
- E então? Conseguiu?<br />
- Não.<br />
- Não? Porque não?<br />
- Não consegui escolher apenas UMA parte, então desisti, e resolvi que quero todas pra mim. – Ele apertou ainda mais o abraço.<br />
Me senti uma gelatina.<br />
Por sorte estávamos molhados, sorte não, afinal, estávamos, dentro do riacho.<br />
Escorreguei por entre seus braços e mergulhei, peguei em sua perna, e passando por entre as mesma, sai nadando.<br />
Ele era rápido, mas eu nadava melhor.<br />
Logo eu estava na margem onde nossas camisetas e a bermuda dele jaziam.<br />
Saindo da água, tive um vislumbre de algo se mexendo na beira da floresta.<br />
Voltei para a água, ele já chegava à meu lado, droga, porque fui largar a porcaria da espada, no chão.<br />
Resolvi relaxar.<br />
Ele estava vestindo a bermuda, quando roubei sua camisa, vesti a mesma, ficou parecendo um vestido, tirei a calça jeans, encharcada e a torci. Ele sorriu, e me abraçou.<br />
Virei de frente pra ele, e fiquei na ponta dos pés, para chegar a seus lábios, ele me ergueu do chão pra facilitar. Sorri em meio ao beijo.<br />
Fomos voltando para o lugar onde minha espada jazia fincada no chão da floresta, meu jeans estava ensopado em uma das mãos, e a outra estava entrelaçada aos dedos dele. Chegamos à pequena campina, tudo estava silencioso&#8230; Silencioso até de mais, um arrepio incomum passou por minha nuca, novamente tive a sensação de estar sendo observada, ele tirou o jeans de minha mão o torceu novamente, e pendurou em um galho baixo de uma árvore, se recostou no monte de pedra, e me puxou para seus braços, ele me abraçou e apoiei as costas em seu peito largo, podia sentir sua pulsação conta minhas costas, sua cabeça estava apoiada no côncavo de meu pescoço, um movimento em meio as árvores me chamou a atenção. Sai do abraço dele peguei a espada e fui em direção ao som. O que quer que fosse era rápido, mas se cansou ou desistiu. Parei em meio floresta nada ali parecia fora do normal, por uma fração de segundos uma flecha não atingiu meu braço esquerdo, apenas rasgou a manga da camiseta dele, e me deixou com um arranhão olhei para a arvora a frente, onde deveria estar fincada a flecha, não havia nada, apenas um naco da casca havia sido decepado.<br />
Um mínimo movimento às minhas costa me chamou a atenção, sem pensar duas vezes girei a espada em um meio circulo, no eixo dos meus pés, e encontrei algo no caminho.<br />
<strong>-NÃO! </strong></p>
<p style="text-align: left"><strong>Continua&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: left">
<p style="text-align: left">
]]></content:encoded>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] O Resgate das Maçãs &#8211; A Bela Garota nos Ameaça de Morte</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>
		<category><![CDATA[O resgate das maçãs]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Como eu ia dizendo. Rist havia nos mandado entrar num barraco caindo ao pedaços e alegava que havia uma deusa lá. Para mim, deuses nem existiam, e se existisse, eu teria certeza que iriam em estar em um lugar mais belo e luxuoso, eles são divinos, acho que iriam querer o melhor. O problema é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu ia dizendo. Rist havia nos mandado entrar num barraco caindo ao pedaços e alegava que havia uma deusa lá. Para mim, deuses nem existiam, e se existisse, eu teria certeza que iriam em estar em um lugar mais belo e luxuoso, eles são divinos, acho que iriam querer o melhor. O problema é que eu me enganei, ao entrarmos no barraco vi que aquilo era impossível. Por dentro era uma enorme mansão, toda decorada com objetos dourados, Rist disse que eram de ouro, mas eu não acreditei.<br />
- Bem-vindos! &#8211; Disse uma bela mulher descendo as escadas. Ela chegou perto de mim, examinou de cima a baixo, apertou minhas bochechas e disse: &#8211; Um pouco mais magro do que eu imaginei, mas serve mesmo assim. Ora Ora Ora, vamos ver esse &#8211; Ela se virou para Pedro e o examinou do mesmo jeito que fez comigo. &#8211; Também é magrelinho, mas com o tempo trabalharemos nisso. Hum&#8230;Vejo que tem um pouco da benção de minha amiga Vênus.</p>
<p>- Você quer dizer Vênus, a-a-a deusa romana? &#8211; Ele gaguejou.</p>
<p><span id="more-2343"></span><br />
- Exatamente. E pelo visto, Minerva também gostou de você. Junção rara e perigosa, maa isso me servirá também.<br />
- É, senhora deusa, serviremos para que? &#8211; Perguntei.<br />
- Vocês irão resgatar nossas maçãs no esconderijo de Loki.<br />
- Você quer maçãs? &#8211; Indaguei. &#8211; É só ir na feirinha do centro. As frutas deles são ótimas.<br />
- Não simples maçãs! &#8211; Ela chegou perto, e percebi que ela era muito bela, seus olhos e cabelos eram de um castanho intenso. &#8211; Nossas maçãs sagradas.<br />
- As Maçãs dos Deuses. Iduna é a guardiã.<br />
- Exatamente Pedro. Obrigada por explicar a seu amigo.<br />
- Como você sabe meu nome?<br />
- Como? &#8211; Ela se virou e gritou &#8211; Eu sou uma deusa! E vocês os escolhidos dos deuses. Vocês tem a marca, o martelo de Thor. &#8211; Eu olhei para minha mão, havia uma marca que parecia um martelo, Pedro também tinha essa marca. Nós diziamos que era o símbolo da nossa amizade. &#8211; E como o mundo não seria o mundo sem as mulheres, Diana irá acompanhar vocês nessa jornada. DIANA!<br />
- Estou aqui! &#8211; Uma menina veio correndo. Seus olhos eram azuis, como os do Pedro, tinha algumas sardas e era branca como a neve, muito linda, vi Pedro babar por ela. Segurava um arco e havia uma aljava em suas costas. &#8211; Me chamou?<br />
- Sim Diana. Os outros escolhidos estão aqui.<br />
- Prazer em conhece-los, Pedro e Matheus.<br />
- Nicholas já chegou?<br />
- Não. Mas já está a caminho. Mandou essa carta para a senhora. &#8211; Iduna pegou a carta e começou a ler. Seu sorriso logo se desfez. &#8211; Diana, cuide de nossos convidados. Preciso resolver uma coisa. &#8211; A deusa subiu as escadas correndo.<br />
- Então escolhidos&#8230; &#8211; Seu tom calmo de voz mudou.<br />
- Diana, não se atreva.<br />
- Calado, Rist! Essa é minha chance de mostrar aos deuses de que eu sirvo para alguma coisa. Treinei muito e muito e nunca tive uma chance se quer, e de repente vocês dois aparecem e os deuses fazem um fuzuê.<br />
- Fuzuquem? &#8211; Perguntei.<br />
- Se por acaso alguma coisa der errado na nossa missão. Eu mato vocês.<br />
- Sei que você está de brincadeira. &#8211; Pedro afirmou.<br />
- Não. Ela não está. &#8211; Rist disse com um pouco de medo.<br />
- E vamos ter que ir atrás das maçãs com isso? &#8211; Apontei para ela.<br />
- Não me chame assim&#8230; &#8211; Vi ela avançando em cima de mim, me derrubou, e quando eu achei que ela ia acabar comigo, um cara bem estiloso apareceu e gritou:<br />
- Diana Steps, pare!<br />
- Nicholas, mas&#8230;<br />
- Nada de mas! &#8211; Ele me levantou.<br />
- Obrigada, Nicholas.<br />
- Esse é meu trabalho. Sou o guardião de vocês e cheguei na hora certa. Onde está Iduna?<br />
- Subiu, disse para esperarmos ela aqui.<br />
- Então esperemos. Olá velho amigo, quanto tempo! &#8211; Ele pegou Rist nos braços e o jogou para cima, como se o elfo fosse uma criança.<br />
- Já falei que não gosto dessa brincadeira! Mas faz mesmo um bom tempo que não nos vemos. &#8211; Rist abraçou Nicholas.<br />
- Esse eu ia morrer é o Matheus e aquele doido ali é o Pedro? &#8211; Ele apontou para o Pedro, eu não sabia porque ele havia chamado ele de doido, mas descobri, Pedro estava andando de um lado para o outro, falando coisas como: &#8220;<em>Minerva e Vênus me abençoaram? Como assim? Iduna, Thor, Elfos da noite? As Maçãs Sagradas! Isso! Loki fugiu!</em>&#8221;<br />
- É! Ele mesmo. &#8211; Respondi.<br />
- Vamos esperar Iduna e a loucura do Pedro passar.</p>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] Soldados Pela Esperança (Parte 2) &#8211; Capítulo 1 e 2</title>
		<link>http://semideuses.percyjacksonbr.com/fan-fic/fan-fic-forum-soldados-pela-esperanca-parte-2-capitulo-1-e-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados Pela Esperança]]></category>

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		<description><![CDATA[Fan-Fic escrita por: Victor Dias. Continuação de Soldados Pela Esperança. Submundo O Destino pode se torna algo tão grande que nem nós possamos controlar, a vida e a morte são lados muito diferentes que mostram como somos tão significantes e pequenos para os Deuses. Foi assim que me senti quando acordei em um barco, meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Fan-Fic escrita por: <a href="http://pjbr.forumeiro.com/u124">Victor Dias</a>. Continuação de Soldados Pela Esperança.</p>
<p style="text-align: center">Submundo</p>
<p style="text-align: left">O Destino pode se torna algo tão grande que nem nós possamos controlar, a vida e a morte são lados muito diferentes que mostram como somos tão significantes e pequenos para os Deuses.<br />
Foi assim que me senti quando acordei em um barco, meio atordoado me levantei e me pus a caminhar entre o parapeito, foi quando avistei um homem não parecia bem humano, pois era uma caveira e por incrível que pareça era ela que estava controlando o barco com um remo, me aproximei do ser estranho e disse:<br />
- Quem é você?</p>
<p style="text-align: left"><span id="more-2341"></span><br />
A caveira me olhou com seus olhos mórbidos e me respondeu:<br />
- Meu nome é Caronte sou o barqueiro do submundo,mas o que realmente importa é seu Destino daqui por diante.<br />
- Em que lugar estou do submundo?<br />
- Está no rio Estige soldado, aonde os sonhos dos mortais morrem afogados junto com eles.<br />
Olhei para água e notei que tinha um tom avermelhado sangue e pelo reflexo podia ver pessoas felizes, mas sabia que aquilo não passava de sonhos mortos.<br />
Intrigado disse para a caveira:<br />
- A minha vida nesses últimos tempos fora difícil.<br />
- Conheço suas historias e almejo muitas delas, me pergunto se conseguirá derrotar Zeus.<br />
- Eu faço a mesma pergunta.<br />
Foi quando o barco sofreu um tranco, olhei para ver o que havia acontecido e me deparo em terra firme, virei para o barqueiro e disse:<br />
- Mas nem faz cinco minutos que olhei e não havia terra em nenhum lugar.<br />
- Aqui você não enxergara com os olhos Polifero e sim com a Alma, agora vá, Hades está á sua espera.<br />
Eu desci do barco e me deparei com um cenário morto, arvores petrificadas em todas as partes o céu era vermelho e mostrava uma ar de morte, eu tinha certeza depois que pisei naquele lugar até a minha alma tentou fugir.<br />
Me deparei com uma fila enorme de pessoas que iam até um grande castelo negro ao fundo, fui tentar conversar com um homem que estava na fila, mas ele parecia não me ver, então tentei ir em direção ao castelo que parecia estar a quilômetros de distancia.<br />
Depois de alguns minutos caminhando parecia que iria morrer de tanto calor, mas o engraçado é que eu já estava morto, depois de um tempo me deparo com um grande trono que se sentava ninguém menos que Hades e ao seu lado estava Perséfone á mulher que Hades aprisionou do mundo inferior.<br />
Quando o senhor do submundo me viu deu um sorriso e disse:<br />
- Como é bom ve-lo Polifero.</p>
<p style="text-align: center">Uma grande escolha</p>
<p style="text-align: left">Hades estava usando um capacete preto e se a lenda for verdadeira ele deixava o Deus do submundo invisível e estava sentado em trono ébano e era sentado ali que ele controlava as almas que iriam para a campina do Asphodel e as almas mais felizardas que iriam para o campo do Elíseos.<br />
Hades ainda com um sorriso no rosto disse:<br />
- Tenho grandes planos para você jovem herói, e um você já completou.<br />
- Alfeu que mandou Cronos para o Tártaro, não eu!<br />
- Mas ele nunca conseguiria sem a sua ajuda.<br />
- Quem são todas essas pessoas?<br />
Apontei para a imensa fila que ia até o grande castelo, então o Deus respondeu:<br />
- São tudo Almas esperando redenção e sua condenação final.<br />
- Cada vez que conheço mais os Deuses mais raiva eu sinto.<br />
- Isso será bom para destruir Zeus.<br />
Perséfone que esta ao lado de Hades disse com um sorriso:<br />
- Então é esse que irá destruir Zeus? Achei que fosse mais forte.<br />
O Deus do submundo olhou para ela e respondeu:<br />
- A força dele está guardada em seu coração e no passado de sua filha.<br />
Ele tinha razão, o que me deixava mais forte para enfrentar Zeus era a minha filha.<br />
Então Hades continuou:<br />
- Antes de enfrentar Zeus você terá que fazer uma escolha.<br />
As minhas sobrancelhas se fecharam mostrando inquietude, então disse:<br />
- Que escolha?<br />
Hades então estralou os dedos e como mágica uma terrível criatura aparece do lado do trono, ela era enorme e sua boca gigantesca mostrava os dentes pontiagudos, seus olhos vermelhos mostravam a raiva e a força que o animal trazia em seu coração.<br />
Hades olhou para o bicho como se fosse de estimação então disse:<br />
- Esse é Cérbero o nosso cão de guarda, ele ajuda apanhar as almas que tentam fugir.<br />
- O que ele tem haver com a minha escolha?<br />
Foi quando o cão abriu sua boca pude notar dois homens lutando para não ser engolidos pela fera e esses dois homens era Alfeu e Felix.<br />
Tentei puxar a minha espada da bainha, foi quando percebi que estava sem arma nenhuma, olhei para Hades e disse com raiva:<br />
- Solte-os, se não o próximo Deus que irá morrer será você!<br />
Quando terminei a minha fala varias criaturas saíram debaixo da terra, eram caveiras com armaduras e espadas nas mãos, então Hades disse:<br />
- Calma ai Herói, o único Deus que será destruído é Zeus.<br />
- O que você quer?<br />
- Quero que escolha para sua jornada um leal amigo, Felix ou Alfeu, faça sua escolha.<br />
- O que ira acontecer com o outro que eu não escolher?<br />
- Você somente irá salva-lo e tira-lo do submundo se destruir realmente Zeus.</p>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] Depois do Monte Santa Helena</title>
		<link>http://semideuses.percyjacksonbr.com/fan-fic/fan-fic-forum-depois-do-monte-santa-helena/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>

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		<description><![CDATA[Narração por: Annabeth Chase Fan-Fic escrita por: Mariana Sinopse Vocês sabem,Percy conta nossa história&#8230;Foi uma idéia de Quiron;revelar nossa identidade ao mundo,pode salvar milhares de semideuses que desconhecem seus verdadeiros pais e não fazer idéia de quem realmente são,mas pelos deuses,não acreditem nem por um segundo em tudo que aquele cabeça de alga diz&#8230;Até porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Narração por: Annabeth Chase</p>
<p style="text-align: center">Fan-Fic escrita por: <a href="http://pjbr.forumeiro.com/u419">Mariana</a></p>
<p style="text-align: center">Sinopse</p>
<p>Vocês sabem,Percy conta nossa história&#8230;Foi uma idéia de Quiron;revelar nossa identidade ao mundo,pode salvar milhares de semideuses que desconhecem seus verdadeiros pais e não fazer idéia de quem realmente são,mas pelos deuses,não acreditem nem por um segundo em tudo que aquele cabeça de alga diz&#8230;Até porque ele não conhece TODA a história&#8230;Ou você acha que foi facil?Foi simplismente &#8220;Tenha cuidado,cabeça de alga&#8221; e pronto:Eu não corria mais nenhum perigo&#8230;é claro que não aconteceu só isso..Pode ter certeza:Foi muito mais dificil eu voltar pra casa do que Percy ou qualquer outra pessoa pode imaginar&#8230;</p>
<p style="text-align: center">Capítulo 1</p>
<p style="text-align: left">-Tenha cuidado,cabeça de alga.<br />
<span id="more-2338"></span><br />
Coloquei meu boné e fiquei invisível.Pela primeira vez em muito tempo,não me importei com a sensação estranha que isso me causava.Fiquei parada,olhando pra Percy,eu não podia acreditar no que eu tinha acabado de fazer,eu tinha beijado meu melhor amigo.Mas apesar dessa confusão,eu me sentia bem,até ri quando prestei atenção na cara que ele estava fazendo –Com olhos fixos no lugar onde eu estava,encarando a lava,mais vermelho que um tomate e balbuciando “Tenha cuidado,cabeça alga”-Mas ele não pode escutar minha risada.<br />
O lugar foi invadido por dezenas de telquines,Percy se levantou e eu corri,naquele momento pareceu que mesmo eu sabendo desde o começo,só agora pareceu verdade,Percy ia ser morto,e enquanto eu chorava e corria passando por dúzias de demônios do mar tentando ativar aquela maldita aranha,nada disso parecia fazer mais sentido.Me sentia péssima,eu esperei durante anos por aquela missão e eu deixei que ela se auto destruísse,eu nunca iria me perdoar.<br />
A essa altura eu tinha atingido a saída da caverna e corria colina abaixo tentando ativar aquela aranha,quando alguns demônios pareceram notar minha presença, eu percorri o dedo pela estrutura da aranha,senti alguma coisa,um “eta”,significa ‘H”:Hefesto,apertei e a aranha ganhou vida,comecei a persegui-la.Entramos no labirinto.<br />
Assim que me refugiei no labirinto,ouvi a explosão,eu não podia acreditar,Percy estava morto,eu não podia acreditar que a profecia se referia a ele.”E perderás um amor para algo pior que morrer”.Isso não podia ser verdade,mas pouco me importava a maldita profecia ou se Percy era parte dela ou não,agora ele estava morto.<br />
Me sentei e comecei a chorar.Como eu sou burra:desde o começo sabia que isso iria acontecer,com ele ou Luke,e mesmo assim pedi que ele me acompanha se na missão,e pior:transgredi as leis antigas e pedi 3 acompanhantes,não sabia se Grover ou Tyson sobreviveriam.<br />
Mas a aranha estava bem a frente,e sem o ouvido de Grover e Tyson,se eu não me apressasse jamais a encontraria novamente.Segui a aranha por túneis e mais túneis,segui-la talvez por horas,de alguma forma o caminho era diferente do caminho que eu e Percy seguimos. De repente a aranha parou.<br />
A aranha pulou em cima de mim e eu quase gritei,mas meus reflexos diziam pra ficar parada,e invisível.<br />
Ouvi um barulho imenso,vindo do lado direito,mas seja lá o que aquilo era,se aproximava rápido demais pra mim fugi.<br />
Quando virei pro lado,estremeci.Vi um &#8230;..</p>
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		<title>[One-shot Fórum] E se eu fosse pai?</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 19:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>

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		<description><![CDATA[One-shot escrita por: Jullyeta Gonzales -Percy, verdade ou desafio? &#8211; Annabeth me perguntou. -Verdade ou desafio? Não acha uma pergunta muito vaga? &#8211; retruquei. -Mas esse é o jogo! &#8211; Constatou Grover. -Sim, eu sei, eu quis dizer que poderíamos acrescentar mais coisa, como por exemplo, “Nota, Consequência ou O que você faria se&#8230;” -Ta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">One-shot escrita por: <a href="http://pjbr.forumeiro.com/u644">Jullyeta Gonzales</a></p>
<p>-Percy, verdade ou desafio? &#8211; Annabeth me perguntou.<br />
-Verdade ou desafio? Não acha uma pergunta muito vaga? &#8211; retruquei.<br />
-Mas esse é o jogo! &#8211; Constatou Grover.<br />
-Sim, eu sei, eu quis dizer que poderíamos acrescentar mais coisa, como por exemplo, “Nota, Consequência ou O que você faria se&#8230;”<br />
-Ta ai, gostei! &#8211; Thalia falou.<br />
-E o que você quer? Verdade, desafio, nota, consequência ou O que você faria se&#8230;? &#8211; Annabeth perguntou.<br />
-Quero O que você faria se&#8230; &#8211; Respondi.<br />
-Ok! Percy&#8230; &#8211; ela pensou por um minuto e logo voltou a falar – O que você faria se você fosse pai, quero detalhes, quem seria a mãe, como os filhos seriam, madrinha, todas essas coisas! &#8211; Annabeth indagou.<br />
E então, eu tive que pensar.</p>
<p><span id="more-2336"></span><br />
-Bom, primeiro de tudo, a mãe dos meus filhos seria (e será) você Annabeth – começei, isso envergonha um pouco quando se fala na frente dos seus amigos – nós teríamos, uma filha, loira e de olhos azuis, neta do deus do mar e neta da deusa da sabedoria, acho que, ela seria uma deusa completa, tão linda! A madrinha seria&#8230; &#8211; Thalia e Clarisse me olhavam como se fossem me fuzilar – Lady Afrodite. &#8211; eu acho que começei a me empougar! &#8211; Ela seria uma menina risonha, muito esperta, e eu seria um pai coruja, que babaria por ela toda vez que ela fizese algo! A mãe, adorável como a filha lhe ensinaria tudo, as suas primeiras palavras seriam “papai”, e bateria palminhas quando gostasse de alguma coisa. Adoraria a praia, e seus primeiros passos seriam sob a água do mar. Ela teria um avô e uma avó que a mimariam MUITO, ela correria de um lado para o outro, me deixando tonto! Quando crescese, atrairia olhares de todos os garotos, dando muito trabalho para mim! Ahh, ela seria uma princesinha, nos vestidos de Afrodite. Ela se apaixonaria, e se magoaria com alguns rapazes, mas eu sempre estaria lá para ajuda-la, Ela se casaria, e entraria toda de branco no Olimpo, linda, para ser eternamente feliz, e ter seus próprios filhos! A como eu queria que fosse verdade! &#8211; Eu terminei, caindo em mim novamente. Um homem de 20 anos pode sonhar não pode? “Brincar” de verdade ou desafio com essa idade é muito melhor, nós temos muito mais cabeça, e imaginação. Eu e Annabeth estamos noivos agora, mas por que será que ela&#8230; &#8211; Annabeth, por que você fez essa pergunta eim?<br />
-Ah Percy, porque eu&#8230; eu&#8230; eu estou grávida! &#8211; Fiquei tonto e sem palavras!<br />
-Ah meus deuses! Annabeth, Parabéns! &#8211; Diziam todos. Enquanto se levantavam e a abraçavam, enquanto eu continuava ali sentado e imóvel.<br />
-Percy? &#8211; Senti uma mãe em meu ombro, e finalmente consegui me mexer para olhar pra trás. &#8211; Não gostou da notícia? Você estava tão entusiasmado falando da possibilidade, e agora está triste? &#8211; Era Annabeth.<br />
A-nnabeth eu estou AMANDO a idéia de ser pai, mas estou pensando, não estamos casados, e quando?<br />
-E daí, o casamento é mês que vem, podemo sobreviver até lá! E foi a duas semanas, na praia&#8230; &#8211; De rrepende caí na real, eu vou ser PAI!<br />
Peguei Annabeth e girei no ar.<br />
-Eu te amo! &#8211; disse<br />
-Eu também! &#8211; ela respondeu.<br />
-E nós três seremos felizes! &#8211; completei.</p>
<p><strong>Observação:</strong> One-shot é uma Fan-Fic de um capítulo.</p>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] Esquadrão Anti-Cronos &#8211; Capítulo 1 e 2</title>
		<link>http://semideuses.percyjacksonbr.com/fan-fic/fan-fic-forum-esquadrao-anti-cronos-capitulo-1-e-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 21:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrita por: Miguel T. Surpreendente Gaia [...] Em um dia de paz e alegria no Olimpo, Gaia foi visitar seu neto Zeus. - Zeus, abre a porta eu cheguei ! - Ih, a vovó chegou ! Cratos, me ajuda &#8230; preciso me arrumar. Enquanto Cratos ajudava Zeus, Gaia cansou de esperar e entrou quando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Escrita por: <a href="http://pjbr.forumeiro.com/u544">Miguel T.</a></p>
<p style="text-align: center">Surpreendente Gaia</p>
<p style="text-align: left">[...] Em um dia de paz e alegria no Olimpo, Gaia foi visitar seu neto Zeus.<br />
- Zeus, abre a porta eu cheguei !<br />
- Ih, a vovó chegou ! Cratos, me ajuda &#8230; preciso me arrumar.<br />
Enquanto Cratos ajudava Zeus, Gaia cansou de esperar e entrou quando as horas estavam destraídas. Zeus imaginava que encontraria Gaia como uma anciã, e em respeito a comprimentou. Ao levantar os olhos, Zeus viu uma bela mulher de pele negra, cabelos pretos e unhas verdes.<br />
- Mas, vó ? A senhora esta maluca ? Não sabe o que meus filhos faram quando te virem assim?<br />
- Mas não é com eles que eu me preocupo, lembra do seu pai ?<br />
- Sim, o que há com ele ?<br />
- Cronos achou um vortex que o tirou do Tártaro, agora ele viajou pro futuro e se tornou presidente da Grécia.<br />
- Vó, você sabe que só existem 3 pessoas capazes de viajar no tempo: Moiras.<br />
- Se eu pedir elas viajam e detem Cronos. Só tem um problema &#8230;<br />
- O quê ?</p>
<p style="text-align: left"><span id="more-2309"></span><br />
- Eu não sei onde elas estão, provavelmente no Tártaro. Descer lá é loucura, você sabe que Tártaro me odeia.<br />
- Mas, vó, se a gente não fizer isso Cronos vai dominar o mundo !<br />
Nesse momento todo Olimpo focou em Gaia e Zeus. A senhora da terra sussurrou pra ele:<br />
- Não me chama de vó, não pega bem. É só Gaia !<br />
Zeus levou Gaia ao seu quarto e lá eles bolaram o plano.<br />
- Primeiro, a gente rouba as flechas de Artémis e Apolo &#8211; Tramou Zeus.<br />
- Você sabe que apesar de serem seus filhos, ele não muito seus fãs. Não tem uma idéia melhor ?<br />
- Gaia, se liga ! Precisamos das flechas pra pegar o olhos das Gréias. Você sabe quanto poder aquilo consegue?<br />
- Zeus, eu onde fica a caverna das Gréias, e eu sei que elas não vão dar o olho.<br />
- Então roubamos ! Se usarmos um ácople nas flechas conseguiremos pegar o olho.<br />
- Então eu roubo a flecha de Apolo, e você a de Artêmis.<br />
Gaia foi até o Nordeste, onde Apolo estava trabalhando com os cíclopes em sua nova roupa de motorista do Sol. A esperta protógona, pegou um pouco de barro e modelou na forma de Dafne, grande amor da vida de Apolo, cuja tinha sido transformada em árvore. Gaia deu vida a estatua de barro que foi ao encontro de Apolo, enquanto os cíclopes destraídos com o trabalho não perceberam o furto de Gaia que saiu vitoriosa com as flechas de ouro nas mãos. Enquanto isso, Zeus foi aos altos céus e pegou a constelação de Órion, grande amor da vida de Artémis, que por engano foi morto pela própria. Com as estrelas, Zeus modelou Órion que foi ao encontro de Artémis, enquanto a deusa caçava. Artémis ao vê-lo pulou do seu carro e foi abraçá-lo. Enquanto isso, Zeus seduziu as ninfas de Artémis, que apesar do voto de castidade, cederam aos encantos do rei. Enquanto as ninfas se divertiam com Zeus, Gaia emergiu da terra e roubou as prateadas flechas da deusa-arqueira. Zeus se transformou numa cobra e assustou as ninfas, quando retornou a sua forma, pegou as flechas de Apolo e peregrinaram até o Erídano onde viram as Gréias.</p>
<p style="text-align: center">As Gréias e o Oráculo</p>
<p style="text-align: left">[...] Ao chegar no Erídano, Gaia abre o cantil e oferece água a Zeus.<br />
- Zeus, estou cansada e preciso parar. Beba também.<br />
Cansado e fadigado, ele aceita. Eles dormem por uma hora e quando acordam vão ao encontro das gréias. Depois de subirem uma pequena montanha, eles encontraram as gréias. Quando Ênio passou o olho pra Péfredo Gaia atirou mas não acertou o olho, na verdade acertou a gréia Dino que estava atrás, a gréia caiu pra trás e as irmãs desesperadas, foram acudí-la. Péfredo que estava com o olho lanço-o e foi ao socorro da irmã. Zeus rapidamente atraiu o olho com um raio e pegou-o, nesse momento ele viu as moiras numa caverna rodeada de fogo, provavelmente lava do Tártaro. Nesse momento ele decretou:<br />
- Vamos por Tártaro !<br />
- Tá maluco, rapaz ? Se eu for pra lá Tártaro vai me aprisionar !<br />
- Mas porque ele tem tanta raiva de você ?<br />
- Foi na titanomaquia, depois de você ter derrubado meu filho Crios, eu precisei do Tártaro para ter um ser mais poderoso, capaz de destruir você. Ele pensou que eu estava realmente apaixonada por ele, depois que tivemos nosso filho, o Tífon eu o abandonei e ele passou a me perserguir, quer se vingar de qualquer jeito. Por isso ir aos domínios dele é suicídio.<br />
- Mas nós somos irmortais !<br />
- Mas o filhe dele e da Nix, Nitchacolásis tem o segredo da imortalidade.<br />
- Wow, mas ele é só um oráculo, mortal.<br />
- Porém longívolo, precisamos acabar com ele antes que ele acabe com a gente.<br />
- Então antes de entrar no submundo precisamos matar Nitchacolásis.<br />
Então os deuses partiram para Argos, onde o oráculo de Nix morava. De manhã, Zeus e Gaia espreitavam o oráculo enquanto esse tomava banho. Zeus eletrificou uma das flechas de ouro de Apolo que haviam sido furtadas por ele e Gaia. Quanto Nitchacolásis saiu da banheira Zeus acertou-o certeiro no coração. Zeus e Gaia partiram.<br />
- Yeah ! Gaia, precisamos de quê agora?<br />
- Aretusa !<br />
- Quem ? A nereida gostosa ou a hespérida linda ?<br />
- A fonte, mané ! Ela vai indicar um caminho por de baixo da terra para o Hades.<br />
Enquanto eles partiam, a filha de Nitchacolásis entrou no banheiro da casa, preocupada com a demora do pai lá. Ao entrar a jovem Pere encontra o pai morto e começa a clamar por ajuda.<br />
- Mãe, Acleus !<br />
Sípora e Acleus correram para socorrer Pere e encontram o corpo do oráculo e choram desesperados.</p>
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		</item>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] O Primeiro Amor de Luke &#8211; Capítulo 1</title>
		<link>http://semideuses.percyjacksonbr.com/fan-fic/fan-fic-forum-o-amor-de-luke-capitulo-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 21:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>
		<category><![CDATA[O Primeiro Amor de Luke]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da Guerra Escrita por: Natalie Olhava para a fonte da praça, o meu universo estava sem rumo mesmo. Não poderia fazer mais nada. Difícil é pensar que tudo aconteceu no meu aniversario e a decisão cabia a mim. Toda essa meleca de universo alternativo, se eu não me mexesse os dois universos iriam acabar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://semideuses.percyjacksonbr.com/wp-content/uploads/2012/01/o-primeiro-amor-de-luke.png"><img class="size-medium wp-image-2305 aligncenter" src="http://semideuses.percyjacksonbr.com/wp-content/uploads/2012/01/o-primeiro-amor-de-luke-300x169.png" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Antes da Guerra</p>
<p style="text-align: center;">Escrita por: <a href="http://pjbr.forumeiro.com/u10">Natalie</a></p>
<p><span style="font-family: Vivaldi;">O</span>lhava para a fonte da praça, o meu universo estava sem rumo mesmo. Não poderia fazer mais nada. Difícil é pensar que tudo aconteceu no meu aniversario e a decisão cabia a mim. Toda essa meleca de universo alternativo, se eu não me mexesse os dois universos iriam acabar. Suspirei olhando para a cara dele. Diferente de todos os outros que falaram comigo pedindo ajuda, ele me deixou muito perturbada. Como ele sabia dos universos, como ele sabia que eu estava ali, sentada num banco da praça perto do meu apartamento pequeno.<br />
- Você pode nos ajudar Katy? – ele falou sentado do meu lado, me encarando</p>
<p>-Lu&#8230; – eu disse olhando nos olhos verdes dele. Aqueles olhos eram sem duvida os mais bonitos de todos. – Eu&#8230;</p>
<p>- Pode responder com calma, eu tenho toda a paciência do mundo. – falou ainda me encarando – Mas não sei se esse mundo vai existir por muito tempo. Devia estar alegre pelos poderes que você tem. – ele desvio os olhos verdes do meu rosto e olhou para a fonte também. – Lugar bonito esse não?</p>
<p>- Sim&#8230;Um lugar bem bonito – eu estava com dificuldade de formar frases. Os poderes que eu tenho? Não é nada divertido ser filha de quem eu sou. Na mais pura verdade, não queria ter nascido. – Profecias são uma droga&#8230;</p>
<p>- Sim, eu estou ciente disso. Mas sem elas não teríamos nenhuma consciência do futuro e muitos destinos não se cumpririam. – disse ele que ficava muito atento a fonte. – Katy, seu que você me conhece muito bem, desde pequenos, mas tem uma coisa&#8230; – ele segurou minhas mãos que estão no meu joelho. Fiquei sem reação, olhando para ele curiosa. – Que eu nunca te contei.</p>
<p>- E&#8230;O que seria? – falei rapidamente, a curiosidade começou a aflorar dentro do meu peito.</p>
<p>- Sou um filho de um deus. – falou olhando nos meus olhos, fitando-os. – Mas grego.</p>
<p><span id="more-2304"></span><br />
Tudo que eu estava prestes a falar sumiu, minha boca estava seca e eu estava surpresa. Ele me escondeu isso desde quando tempo. Por que não me disse nada? Por que ele estava tão aflito? Se ele me contasse isso antes eu entenderia a dificuldade. Mas por que demorou tanto tempo? Milhares e milhares de perguntas se formaram na minha cabeça e ela agora trabalhava a mil. A velocidade do vento aumentou, estava frio e parecia que iria começar a chover, o céu já está cinza e tudo o que eu pensava era “O que mais me aguardava pela frente?”</p>
<p>- Não vai dizer nada? Deixa eu responder suas duvidas, suas perguntas. – falou ele lendo o meu pensamento. – Não pude te contar, continuamos em tempos difíceis entre gregos e romanos. Nós não podíamos simplesmente viver em paz completa, nós culpávamos uns pelo o que os outros fizeram. Há um grande preconceito e&#8230;.</p>
<p>- Você está parecendo um professor de História chato. – interrompi seu discurso que ele deve ter pensado muito antes de falar. Deu um meio sorriso pelo meu comentário. Ele sorriu de orelha a orelha e deu uma risada. Já não estava tão apreensiva depois de ver ele rindo.</p>
<p>- Seu senso de humor voltou, isso significa que&#8230;</p>
<p>- O cérebro da senhorita Katherine está bem melhor que antes e que tudo o que eu preciso é que um ser professor chato ria. – fiz uma voz falseta e mexi minha mão como se fosse uma pessoa falando. – E blá blá blá</p>
<p>Luke riu mais uma vez e eu ri junto. Como era bom sorrir algumas vezes, pois nesses tempos, mesmo que eu não queria acreditar, estava mesmo difícil de rir. Olhei para ele, encarando seus olhos verdes.</p>
<p>- Bem eu sabia que esses olhos verdes seus eram por alguma genética divina mesmo. – falei sorrindo olhando para ele.</p>
<p>- E eu sabia que você era resultado de um divino, só pode ser. – retrucou meu comentário e me fez corar. – Suas bochechas ficam rosas! Isso é outro poder seu?! Quero ter também!</p>
<p>- Seu idiota, isso é normal! Vamos, cresça Luke&#8230; – disse dando um tapa no ombro dele, ele continuava sendo o meu amigo divertido e inteligente. Toda a minha preocupação sumiu. – Você é um mané mesmo!</p>
<p>- Olha quem fala, a senhorita Katy chata. – falou ele passando a mão no ombro. – Seus tapas são doloridos garota.</p>
<p>- Lu&#8230; – olhei seria para ele e fitei seus olhos – Você pode ser um completo idiota, mas foi você mesmo que veio para cá ou alguém te pediu para vir?</p>
<p>- Você ousa achar que alguém me manda vir aqui ver como você estava com tudo isso?! – falou ele parecendo ofendido – Saiba que eu me preocupo muito com você Katy!</p>
<p>- Luke&#8230; – abri um sorriso e o abracei. Lágrimas saltaram dos meus olhos sem eu perceber. – Eu não queria isso tudo que está aconteceu&#8230;Por minha culpa muitos terão que fazer parte de uma guerra sem&#8230;</p>
<p>- Opção? A culpa não é sua! Ninguém te culpa por os deuses ter quebrado o juramento mais uma vez e eles também tem um juramento que não estão cumprindo. – falou ele me consolando. Saímos do abraço e eu deixei as lágrimas correrem o meu rosto. Não era tão fácil como ele imaginava ser, não se culpar por muitos que poderão perder suas vidas.</p>
<p>-Luke , tenho certeza que não sou uma líder tão boa para dar ordem para as pessoas que pode matá-las. Eu não quero! Não é justo! – disse</p>
<p>- Eu sei que não vai ser fácil Katy, mas olha quem está do seu lado! Eu! Tudo vai dar certo! – falou ele se levantando. – Agora chega de ficar sentada! Temos que agir! – Me levantei sorrindo olhando dentro dos olhos deles. – Mas antes vamos tomar um sundae!</p>
<p>- Um sundae?! Você está louco, muito louco. Estamos a beira de uma guerra e você quer tomar sundae?! – perguntei levantando a sobrancelha</p>
<p>- É, só para esfriar a cabeça! Vamos! – falou ele pegando na minha mão de surpresa – Conheço uma lanchonete com um ótimo sundae com muito chantily!</p>
<p>Andamos para longe da fonte, eu estava tão vermelha, que parecia um tomate andante. Estávamos de mãos dadas indo para a lanchonete mais próxima.</p>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] Soldados pela esperança &#8211; Capítulo 24</title>
		<link>http://semideuses.percyjacksonbr.com/fan-fic/fan-fic-forum-soldados-pela-esperanca-capitulo-24/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 16:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados Pela Esperança]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente, antes de mais nada, queria pedir DESCULPA, eu esqueci de postar o capítulo 24 e já poste o 25, então abaixo está o capítulo 24. Se você quiser ler o 25, ele está AQUI. Negociando com o Titã Havia um garoto do lado de Cronos e não podia ser alguém além de Alfeu, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, antes de mais nada, queria pedir DESCULPA, eu esqueci de postar o capítulo 24 e já poste o 25, então abaixo está o capítulo 24. Se você quiser ler o 25, ele está <a href="http://semideuses.percyjacksonbr.com/fan-fic/fan-fic-forum-soldados-peca-esperanca-capitulo-25-final/">AQUI</a>.</p>
<p style="text-align: center">Negociando com o Titã</p>
<p style="text-align: left">Havia um garoto do lado de Cronos e não podia ser alguém além de Alfeu, o seu rosto estava inseguro além de muito pálido.<br />
Cronos ainda estava com um sorriso incrédulo no rosto, na verdade nunca tinha reparado muito em Cronos e ele tinha uma aparência de dar nojo, seu corpo era como uma rocha, isso faz sentido, pois o seu coração sempre fora de pedra, as suas mãos eram enormes e seus olhos tinham uma cor amaldiçoada.<br />
Gean estava ao meu lado foi quando notei lagrimas nos seus olhos era estranho pois Gean não conhecia Felix muito bem, mas foi depois que percebi que eram lagrimas de medo do titã que agora nos observava do lado do garoto que queríamos salvar.<br />
Alfeu ainda estava parado, como se estivesse petrificado, eu olhei para ele e falei:<br />
- Calma Alfeu, viemos te salvar.<br />
Cronos riu e disse:<br />
- E agora quem irá salvar vocês?<br />
Foi nesse estante que ouso passos ao me virar me deparo com Gabriel com sua espada em suas mãos e com um sorriso em seus lábios, meu rosto era de espanto, olhei para Gabriel e perguntei:<br />
- Como ainda esta vivo?<br />
- Aquelas Vadias não são um desafio, então&#8230; essa troço ai é o Cronos?</p>
<p style="text-align: left"><span id="more-2292"></span><br />
Cronos rugiu tão alto que tivemos que tampar os ouvidos, ainda com espada não mão perguntei ao antigo Rei dos Titãs:<br />
- Porque veio até nos?<br />
Agora Cronos estava sem o seu sorriso e isso deixou ele ainda com uma aparência mais cruel, mas ele respondeu a minha pergunta:<br />
- Porque eu vim negociar com você Polifero.<br />
- Não tenho nada a negociar.<br />
- Tem certeza? Pois poço fazer favores pra você!<br />
Gean colocou suas mãos em meu ombro e disse:<br />
- Não escute o que ele diz Polifero, ele é um traidor.<br />
Cronos ergueu a sua mão na direção de Gean e ele arremessou o meu amigo a metros de distancia fazendo ele bater em uma arvore e cair desmaiado, e Cronos completou:<br />
- Você é um soldado do Sub-mundo Gean, não deve dar palpites.<br />
Os olhos de Cronos voltaram se a mim e com muita calma ele disse:<br />
- Eu posso trazer a sua filha de volta, o que precisa é ser unir a mim e lutar contra os Deuses, afinal você nunca gostou deles.<br />
Gabriel tirou sua espada da bainha e disse:<br />
- Ninguem pode trazer sua filha Polifero, ele é um traidor que quer tomar conta do Olimpo.<br />
Cronos faz novamente o movimento de mão e arremessou Gabriel em uma carroça que se quebrou com o impacto do soldado, então Cronos diz:<br />
- Agora estamos só nos dois o que vai ser?<br />
Eu olhei para ele e disse:<br />
- Vamos negociar de outra forma, um duelo entre mim e você, se você ganhar lutarei ao seu lado, mas se perder terá que soltar Alfeu e ir embora e nunca mais voltar.<br />
Cronos riu e perguntou:<br />
- Sabe que eu não posso perder de um mortal?<br />
- Eu não me considero um mortal depois de tudo que já passei por esses dias.<br />
- Está feito.<br />
- Primeiro jure pelo Rio Estige.<br />
- Eu juro pelo rio Estige. ( ele disse com modo irônico)<br />
Gabriel conseguiu se levantar da carroça que estava em pedaços e gritou:<br />
- Não aceite Polifero, ele irá te derrotar.<br />
Levantei a minha espada e completei:<br />
- Não tenho outra escolha!</p>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] Soldados peça esperança &#8211; Capítulo 25 &#8211; Final!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 03:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados Pela Esperança]]></category>

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		<description><![CDATA[O destino acaba aqui Cronos era o deus da agricultura e também simbolizava o tempo. Filho de Urano (céu) e Gaia (terra) era o mais jovem da primeira geração de titãs.Cronos tirou seu pai do poder, casou-se com a irmã Réia e governou durante a Idade Dourada da mitologia. Seu poder perdurou até ser derrubado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">O destino acaba aqui</p>
<p style="text-align: left">Cronos era o deus da agricultura e também simbolizava o tempo. Filho de Urano (céu) e Gaia (terra) era o mais jovem da primeira geração de titãs.Cronos tirou seu pai do poder, casou-se com a irmã Réia e governou durante a Idade Dourada da mitologia. Seu poder perdurou até ser derrubado pelos filhos Zeus, Poseidon e Hades.<br />
Cronos temia uma profecia segundo a qual seria tirado do poder por um de seus filhos. De temperamento violento e negativo, Cronos passou a matar e devorar todos os filhos gerados com Réia. Porém, a mãe conseguiu salvar um deles, Zeus, escondendo-o numa caverna da ilha de Creta. Para enganar Cronos, Réia deu a ele uma pedra embrulhada num pano que ele comeu sem perceber.<br />
Ao crescer, Zeus libertou os titãs e com a ajuda deles fez Cronos vomitar os irmãos (Hades, Hera, Héstia, Poseidon e Deméter). Zeus, com a ajuda dos irmãos e dos titãs, expulsou Cronos do Olimpo e governou como o rei dos deuses gregos. Como tinha derrotado o pai Cronos, que simbolizava o tempo, Zeus tornou-se imortal, poder estendido também aos irmãos, mas agora Cronos está na minha frente, pronto para me enfrentar, em um duelo que nem os Deuses sabe quem vencer.<br />
Cronos com um estalar de dedos fez surgir uma armadura prateada com o símbolo do Olimpo no centro do peito, no reflexo de sua armadura eu vi um homem, seu rosto estava assustado parecia uma criança com medo de dormir em um quarto escuro, depois de um tempo percebi que eu era aquele homem.<br />
A sensação de lutar contra um Titã não é uma das melhores, na realidade eu nunca tive um sensação boa depois da morte da minha filha, quem sabe se eu vencer, o vazio no meu peito será preenchido, eu acho isso muito pouco provável.<br />
A minha armadura estava em pedaços após lutar com tantos monstros não era de se esperar ao contrario, mas foi quando Gean que agora havia se recuperado do seu pequeno acidente se aproximou de mim e com um toque fez surgir uma armadura preta com um símbolo de fogo avermelhado no centro do peito, Gean me olhou e disse:<br />
- Um presente de Hades para Você!</p>
<p><span id="more-2288"></span><br />
Eu assenti e apanhei o meu elmo que também era preto com um símbolo de um dragão em volta dele, até a minha espada fora modificada ela estava maior, Gean me olhou e disse:<br />
- Essa espada se chama Contracorrente somente os Heróis a possuem.<br />
Eu olhei a Contracorrente e senti o seu poder penetrando em meu corpo e foi quando Cronos com sua voz pronunciou:<br />
- Está Pronto Jovem mortal para enfrentar o pior momento em sua vida?<br />
Eu o olhei e retruquei a sua pergunta:<br />
- E você está pronto para voltar de onde você veio?<br />
Cronos riu e disse:<br />
- Você vai perder e lutará ao meu lado contra os Deuses!<br />
- Se eu perder!<br />
Cronos rugiu e correu em minha direção, tentou um golpe, mas com rapidez me esquivei para o lado evitando que o titã se chocasse contra mim.<br />
Agora era a minha vez de atacar, fui na direção de Cronos e tentei penetrar a Contracorrente em seu peito, mas nada aconteceu além de ter deixado com ainda mais raiva e com um simples tapa me jogou a metros de distancia.<br />
Estava com uma dor enorme no corpo pois não era fácil lutar com um titã que tem alguns milhões de anos de experiência a mais do que eu, mas mesmo assim tentei ataca-lo, mas novamente fui arremessado para longe. Minha boca estava sangrando sentia o gosto do sangue na minha boca e ainda por cima ouso Cronos dizendo:<br />
- Achas ainda que irá ganhar?<br />
Tentei levantar, mas não tinha nenhuma força no meu corpo, olhei para Alfeu que gritou para Cronos:<br />
- Chega pai, por favor não o mate.<br />
Cronos olhou para o seu filho e berrou:<br />
- Cale a boca Alfeu, Polifero será o meu soldado mesmo morto.<br />
Cronos veio em minha direção e me apanhou com um braço e me levantou para perto de seu rosto e disse com um sorriso em seu rosto:<br />
- Nem mesmo a contracorrente pode me deter meu jovem, ninguém pode.<br />
Então ouvi uma voz que disse:<br />
-Eu posso!<br />
Olhei na direção da voz e me deparei com Alfeu que estava segurando uma faca apontando para o próprio peito então disse:<br />
- Chega Pai!<br />
Com a própria faca Alfeu se esfaqueou fazendo Cronos me soltar e gritar o mais alto possível aproveitei o tempo e peguei a contracorrente e penetrei no peito do titã fazendo ele rugir, foi quando percebi que o único que podia matar Cronos era Alfeu pois foi ele que tirou-o do sono, então era o único que podia faze-lo voltar a dormir.<br />
Cronos estava se desintegrando, mas ouvi a sua ultima frase:<br />
- Eu voltarei, não importa o que voces façam eu voltarei.<br />
Eu sabia que Cronos não havia morrido, mas também sabia que iria demorar muito tempo para ele voltar. Todos os monstros que ainda estavam em Esparta foram desintegrados e mandados para bem longe, após tudo isso ainda estava no chão pois eu juntei todas as minhas forças para atacar Cronos com a contracorrente, agora eu estava exausto mais do que isso estava morrendo.<br />
Gabriel e Gean vieram em minha direção antes que eles chegassem eu disse:<br />
- Vão ver se o Alfeu está bem.<br />
Gean balançou a cabeça negativamente e disse:<br />
- Ele também se desintegrou.<br />
Uma lagrima escorreu no canto dos meus olhos, o garoto que eu jurei salvar agora havia me salvado, Gabriel disse olhando para mim:<br />
- Você está mal Polifero, alguns soldados espartanos que sobreviveram ao ataque de Cronos estão a caminho para te resgatar.<br />
- Eu não quero ser resgatado Gabriel, o meu destino sempre foi esse.<br />
- Como assim?<br />
- Eu vou mandar Zeus para o tártaro, e a única forma de fazer isso é morrendo!<br />
Gabriel soltou algumas lagrimas e disse:<br />
- Não, você não pode morrer!<br />
Gean olhou para o meu amigo e falou:<br />
- Ele tem que morrer Gabriel foi a promessa que ele fez para Hades.<br />
O soldado espartano olha pra mim e pergunta:<br />
- Você fez um pacto com Hades?<br />
- Se não eu não voltaria a terra para lutar com vocês!<br />
- Você lutou pelo que Polifero?<br />
- Pela esperança!<br />
As minhas vistas começaram a se escurecer, a dor em meu corpo começou a passar e a vida em mim começou a sumir.<br />
Esse foi o dia que a morte me pegou, esse foi o dia que fui salvo por um garoto que sempre fora o meu objetivo salvar, esse foi o dia que me tornei um soldado de verdade.<br />
E agora qual é o meu destino? Zeus vai saber!</p>
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		<title>[Fan-Fic Fórum] A Promessa de Dionísio &#8211; Capítulo 1 e 2</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[A promessa de Dionísio]]></category>
		<category><![CDATA[Fan-fic]]></category>

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		<description><![CDATA[Fan-Fic escrita por: Nino Dulce &#8212;&#8212;&#8212;-//&#8212;&#8212;&#8212;- Era mais uma tarde qualquer de mais um domingo qualquer de minha infeliz punição neste acampamento, exceto por ser o início do verão. Resta pouco menos de 50 anos aqui e eu ainda detesto ter de lidar com crianças estúpidas e sem respeito com esses seus nomes modernos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Fan-Fic escrita por: <a href="http://pjbr.forumeiro.com/u607">Nino Dulce</a></p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;-//&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: left;">Era mais uma tarde qualquer de mais um domingo qualquer de minha infeliz punição neste acampamento, exceto por ser o início do verão. Resta pouco menos de 50 anos aqui e eu ainda detesto ter de lidar com crianças estúpidas e sem respeito com esses seus nomes modernos e feios. Se eu gosto de alguma coisa por aqui? Ah!&#8230;, aprecio jogar pinochle com o homem-cavalo. Ele é um adversário interessante. Para minha infelicidade, aquele moleque, Percy Jackson, resolveu vir mais cedo para cá nesse ano.</p>
<p>- Você já aprendeu a jogar pinochle? – indaguei o garoto olhando-o com desprezo.</p>
<p>- Infelizmente não. &#8211; ele respondeu.</p>
<p><span id="more-2283"></span></p>
<p>- Você faz isso para me irritar, não é?</p>
<p>- O que? &#8211; ele parecia ainda não ter percebido o que eu quis dizer.</p>
<p>- &#8220;Infelizmente não, Senhor&#8221;. &#8211; repeti com ênfase para que ele entendesse.</p>
<p>- Ah, claro&#8230; Senhor &#8211; ele se corrigiu, sem muito entusiasmo.</p>
<p>- Devo dizer que seja bem vindo, Petter Johnson, mas ignoro sua existência.</p>
<p>Afastei-me um pouco irritado com a displicência do garoto e voltei-me a observar os demais campistas próximo a varanda. Pude notar uma risadinha vinda dele, Percy Jackson, enquanto me virava de costas. Quase o transformei numa marmota. Se bem que&#8230; ele daria uma ótima marmota. Me lembrarei de ameaçá-lo mais tarde com isso.<br />
Por poucos segundos pude aproveitar a vista em paz, mas não durou muito. Bem, quando não estou infernizando ninguém por aqui alguém vêm fazer as honras comigo.</p>
<p>- Senhor D! Senhor D! &#8211; aquela garota loira, Annabeth Cheese gritava afobada.</p>
<p>- Diga Annabeth Cheese.</p>
<p>- É Annabeth Chase &#8211; ela me corrigiu.</p>
<p>- Que seja. &#8211; permaneci indiferente, mas ainda achava Cheese um sobrenome mais apropriado.</p>
<p>- Senhor, duas colunas do Pavilhão Refeitório desabaram, próximo aonde Nico alguns verões atrás abriu a terra. Segundo meus cálculos o peso das colunas e do próprio chão esta forçando a terra abaixo da colina do pavilhão a ceder e&#8230; &#8211; ela parou para respirar, fingi estar interessado.</p>
<p>- E o resto do pavilhão pode ceder!</p>
<p>- Anita Cheibe, alguém já morreu lá?</p>
<p>- Annabeth Chase. Não Senhor&#8230;</p>
<p>- Então ainda é seguro. &#8211; encerrei a discussão deixando-a praguejando por Zeus me manter prisioneiro nesse lugar, como se eu também não praguejasse por isso.</p>
<p>Já estava ficando escuro, quase na hora de todos aqueles garotos e garotas espinhentos e estranhos se reunirem para comer feito porcos. Resolvi dar ouvidos ao meu interior fofinho e fui verificar os estragos no Pavilhão Refeitório. A propósito, seria bom apreciar aquele lugar sozinho pra variar, quero dizer, sem campistas indesejáveis.</p>
<p>O lugar permanecia o mesmo. Uma arena cheia de colunas gregas de mármore branco, algumas com rachaduras e faltando alguns pedaços, mas nada muito dramático. Haviam mesas redondas de pedra rodeadas de bancos redondos de pedra, sempre os achei horríveis. A esquerda dava para ver e sentir o cheiro dos Campos de Morango e um pouco mais a diante o estreito de Long Island e o irritante cheiro de brisa do mar. Para a minha infelicidade de novo, a coluna que desabou caiu sobre a mesa do Chalé de Hermes. Regras são regras, aquele rebanho de galinhas irá ciscar a minha mesa. Sim, eu aprecio regras.</p>
<p>- Você nunca muda. &#8211; disse uma doce voz de criança.</p>
<p>- O que você pens&#8230; &#8211; percebi que não se tratava de um campista.</p>
<p>- Olá Dionísio.</p>
<p>- Estava apenas pensando alto. &#8211; respondi um pouco envergonhado, o que não é normal.</p>
<p>- Estava mais para &#8220;Falando alto&#8221; você quis dizer. &#8211; a voz dela ainda era doce e amigável, como naquele dia.</p>
<p>- Olá&#8230; Minha grande amiga, o que faz aqui tão cedo? &#8211; indaguei.</p>
<p>- Sempre venho aqui cedo, antes de todos. Ascendo o brasão e fico aqui observando os primeiros campistas chegarem. Acho que ainda espero que algum deles venha falar comigo.</p>
<p>- Você sabe que não precisa ficar aí sentada no chão, pode juntar-se a mim e ao homem cavalo.</p>
<p>- Você sabe que prefiro ficar aqui, com o meu braseiro.</p>
<p>- Você nunca muda&#8230;</p>
<p>A Trombeta de Concha soou, era som do inferno começando. Em segundos já era possível ver o Chalé de Hermes seguindo para colina abaixo e logo atrás o Chalé de Apolo, Afrodite, Demeter e etc. . . Toda aquela pirralhada reunida, ao menos eles tomam banho antes de vir jantar. Virei-me para o braseiro com intuito de insistir um pouco mais, porém, ela não estava mais lá. Deduzi que mais uma vez era Eu &amp; Eu, e mais uma dúzia de campistas de Hermes, só para variar um pouco minha existência nesse lugar.</p>
<p>Não demorou muito. Todos chegaram e rapidamente acomodaram-se cada qual na mesa do seu chalé. Eles pareciam incrivelmente ansiosos, acho que era a saudade da minha comida, sim &#8220;MINHA COMIDA!&#8221;. A maioria só vem para cá no verão, enfim. Era minha deicha para infernizar meu antigo inimigo Percy Jackson. Bem, o que eu estava dizendo? Ah! Simmm, &#8220;MINHA COMIDA!&#8221;, pois sou eu que a faço com meus poderes. Decidi então começar o discurso que iniciaria a noite.</p>
<p>- Olá indesejados campistas, fico infeliz que estejam todos aqui presentes para mais um verão. Vocês conhecem as regras e quem não as conhece não é minha obrigação ensiná-los, Blá-Blá-Blá o jantar esta servido. &#8211; usei meus poderes e num piscar de olhos as harpias que antes estavam esperando com bandejas vazias de prata nas mãos agora carregavam com dificuldade refeições inteiras de todos os gêneros.</p>
<p>Resolvi eu mesmo servir meu querido Percy Jackson. Peguei de uma harpia uma bandeja que continha uma salada de frutas. Transformei-a sem muita dificuldade numa marmota, um bixinho pequeno e desengonçado extremamente metido a cachorro ou algo do gênero, ainda vivo ao molho madeira e com bonitas batatas inglesas fritas. Levitei em direção a mesa de Poseidon com a bandeja e um belo sorriso no rosto.</p>
<p>- Com fome Piper j&#8230;</p>
<p>- É Percy! Percy Jackson! &#8211; ele me interrompeu antes que eu pudesse dar-lhe um sobrenome melhor.</p>
<p>- Resolvi lhe servir pessoalmente o jantar, algo do seu gosto, e quando falo seu gosto, me refiro ao gosto que você deve ter. &#8211; pus na mesa a criatura lambuzada com molho para carne, ainda viva, mas pouco agitada, parecia estar gostando do próprio molho.</p>
<p>- Mas o que é isso? &#8211; ele parecia enojado.</p>
<p>- Marmota.</p>
<p>- O que?!</p>
<p>- Isso mesmo que você ouviu, marmota.</p>
<p>- Ew!</p>
<p>- Êpa, espere aí!</p>
<p>Saí de perto antes que ele concluísse. Volte-me em direção a mesa de Atena onde a espertinha srt. Anise Chause estava sentada, não muito disposta a comer. Ela parecia um pouco desconfortável, talvez tivesse medo que o lugar inteiro desmoronasse.</p>
<p>- Viu Anise Chause? Nenhum acidente. &#8211; a fitei com um sorriso falso. Ela nem se deu ao trabalho de responder.</p>
<p>Assim que Quíron, o homem-cavalo, subiu os degraus de mármore para a mesa onde o Chalé de Hermes engolia a comida, toda a parte mais alta do pavilhão cedeu, levando junto uma parte da mesa da direção e alguns campistas de Hermes. Mesmo a noite a poeira era grande, aquelas colunas deviam ser feitas de pó, porque quando digo que a poeira era grande, é porque ela era GRAANDE. Annabeth olhou-me com olhar de &#8220;eu avisei você&#8221;, mas eu ainda culpava o peso dos filhotes de porco de Hermes e seus colegas indeterminados na minha cabeça. Até Quíron podia ter contribuído com seu enorme traseiro de cavalo.</p>
<p>Alguns segundos depois que a poeira baixou o Chalé de Apolo já estava lá, retirando campistas dos escombros. Infelizmente só houve uma perna quebrada e toda uma parte do pavilhão destruído. O estranho é que parecia que a terra estava cedendo de baixo para cima, enfim, o importante é que o braseiro de Hés&#8230;</p>
<p>- Senhor D! &#8211; Annabeth interrompeu meus pensamentos. Odeio quando alguém faz isso.</p>
<p>- O que é Anise Chause?</p>
<p>- O senhor não vai fazer nada?! &#8211; ela parecia indignada demais para me corrigir.</p>
<p>- É Annabeth Chase &#8211; Percy Jackson surgiu ao lado dela e me corrigiu mais uma vez, como de costume.</p>
<p>- E quem é você para falar por ela?</p>
<p>- Sou o namorado dela. &#8211; ele me fitou sério.</p>
<p>- Sei&#8230; &#8211; O olhei com olhar de descrença e acho que o constrangi, como se não o tivesse achado firme o bastante quando afirmou ser namorado dela. Era realmente irritante como ele se materializa perto dela.</p>
<p>- Senhor D! Eu insisto que faça alguma coisa, ou vamos perder o pavilhão inteiro!</p>
<p>- E o que você sugere? &#8211; tentei me adiantar diante do que ela esperava que eu respondesse.</p>
<p>- Eu&#8230; ahn&#8230;</p>
<p>- Certo, eu farei. &#8211; não a deixei pensar em algo a tempo e saí, deixando-a disparando raios pelos olhos.</p>
<p>Odiava a suposição de ter que concordar com um campista, mas Annabeth tinha razão e eu acabara de ter uma ideia. Na manhã seguinte eu cumprirei minha promessa de muitos éons atrás a minha grande amiga. Mas por hora, vou deixar a poeira literalmente baixar e pela manhã eu verei como por meus pensamentos em prática. Eu juro, Héstia. Amanhã eu cumprirei minha promessa.</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;-//&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<div>
<div align="justify"><em><em>[...]</em></em>- Não se preocupe, sou a menor entre os deuses. &#8211; conformou-se.</p>
<p>- Não posso deixar que você mesma se apague, desapareça, por favor, deixe-me fazer algo por você! &#8211; insisti muito emocionado, como se estivesse vendo minha própria mãe entregando-se ao seu destino inevitável.</p>
<p>- Eu represento o lar, a família. Nunca serei esquecida, mas estarei sempre em segundo plano. Estou conformada meu querido, é meu papel ceder e fico feliz por isso. &#8211; Héstia me fitou com um sorriso bondoso e sincero e então eu entendi: ela não estava disposta a voltar atrás, a mudar de ideia.</p>
<p>- Eu lhes prometo Héstia, você terá um espaço para descansar e ser adorada eternamente. E-Eu darei um jeito! &#8211; tentei parecer um pouco confiante, talvez não quisesse demonstrar o quanto aquela escolha me entristecia, mas não acho que a convenci.</p>
<p>[...]</p>
<p>- Senhor D? Atrapalho seu sono? &#8211; Annabeth estava ao meu lado, me olhando surpresa como se não acreditasse que eu, um deus, dormisse. Bem, os deuses plenos não dormem.</p>
<p>- Ah&#8230; Ana sente-se ali, nem muito perto e nem muito longe de mim. Precisamos conversar.</p>
<p>Não era um momento dos mais agradáveis, óbvio, eu já havia até esquecido que havia pedido a Annabeth Chase para vir falar comigo pela manhã, mas de fato eu não esperava que aquele sonho voltasse a me atormentar. Espero que ela não tenha me visto chorando enquanto dormia ou falando alto como de costume, enfim.</p>
<p>- Senhor D, eu&#8230; Fiz algo de errado? O senhor estava chorando?!</p>
<p>- Sim queria você chorando. &#8211; Pareci um retardado falando, até eu admito isso, mas ela me pegou de surpresa, talvez estivesse me observando a mais tempo do que eu imaginava.</p>
<p>- O senhor queria que eu chorasse? &#8211; Ela parecia um pouco surpresa com o pedido, parecia até ter realmente acreditado que eu a tivesse chamado para isso.</p>
<p>- Não seja idiota, Ana Clara. Preciso que você me faça um favor.</p>
<p>- U-Um favor?</p>
<p>- Sim, preciso me ausentar um pouco. Tenho ahn, coisas para resolver que não podem mais esperar.</p>
<p>- Senhor D o Pavilhão Refeitório! Só o senhor pode&#8230;! Não pode sair agora, não antes de&#8230;! &#8211; Ela parecia afobada com as palavras, mas eu consegui entendê-la. Continuava incrivelmente irritante e excessivamente conclusiva. Eu gosto de tirar minhas próprias conclusões sabia? Não preciso de alguém mastigando tudo para mim, bem, depende do contexto.</p>
<p>- Ana&#8230;</p>
<p>- Annabeth.</p>
<p>- O Pavilhão Refeitório continuará lá do jeito que esta.</p>
<p>- O senhor é tão impossível!</p>
<p>- Aquele lugar é muito importante para alguém. &#8211; Falei enquanto desviava o olhar do olhar dela. Esperava que bastasse, esperava que ela entendesse que aquele lugar tinha algum significado para mim.</p>
<p>- Para quem? É só um pavilhão de mármore, que esta caindo aos pedaços&#8230;</p>
<p>- O braseiro.</p>
<p>- O que usamos para oferecer nossas refeições aos deuses?</p>
<p>- Você faz alguma ideia de como as oferendas de vocês chegam de fato ao Olimpo? &#8211; Achei que Annabeth fosse mais esperta, ao menos ela posava bastante como espertinha pelo acampamento.</p>
<p>- Não é só um ritual simbólico? Quer dizer, de fato as cinzas do que oferecemos chegam ao Olimpo?</p>
<p>- E isso não é óbvio? Escute-me, além dos 12 tronos, o que mais você se lembra de ter visto no Palácio?</p>
<p>- Bom, eu me lembro de Cronos aproximando-se do trono de Poseidon para destruí-lo na frente do Percy e&#8230;</p>
<p>- E o que mais? &#8211; A cortei, tentando talvez colocá-la na pista certa.</p>
<p>- Não sei senhor D, só me lembro dos enormes tronos&#8230;</p>
<p>- Saia já daqui, agora! &#8211; Pareci mais desapontado que impressionado, não esperava isso de Annabeth, esperava que ela tivesse algum respeito ou admiração por Héstia. Aliás, odiava a todos que a menosprezavam.</p>
<p>- Mas! Senhor D? Err&#8230;</p>
<p>- S-A-I-A!</p>
<p>- M-Me desculpe se disse algo que o ofendeu. &#8211; ela já estava saindo, muito constrangida, mas como Percy Jackson, era lentíssima para entender o que eu estava querendo dizer.</p>
<p>Falei enquanto ela aproximava-se da porta: &#8211; Uma vez deus olimpiano, eternamente olimpiano. Será que você sabe o que diferencia um deus menor de um deus olimpiano?</p>
<p>Annabeth parou diante da porta, refletindo é claro. Começou a virar-se de volta com uma expressão ainda envergonhada, mas conclusiva e de fato como se tivesse finalmente entendido o que eu estava querendo dizer, mas aquela altura eu já não a suportava mais. Já se tinha esgotado os 5mmps do tio Dionísio. Se você não sabe o que são os 5mmps, é porque nenhum campista nunca conseguiu conversar comigo por mais de 5 minutos.</p>
<p>- Senhor D, havia mais uma coisa na sala dos deuses&#8230; Havia uma&#8230; Lareira. A lareira de Héstia.</p>
<p>- Saia. &#8211; ordenei com os olhos púrpuros de puro ódio. Já estava quase transformando todo o sangue dela em refrigerante diet sabor Annabeth Chase e a atirando para o Tártaro. Imagino a quanto tempo que os titãs não provam refrigerante.</p>
<p>- Desculpa &#8211; falou enquanto saia, sem insistir muito, o que não é normal vindo dela.</p>
<p>Olha, esse é o meu problema, insistir em algo com esses campistas. Eu nunca deveria ter pensado em pedir ajuda a Annabeth Chase, mas o que estava feito estava feito. Já passara das 7:45 e o café da manhã dos campistas começava AS 8:00 em ponto, então eu não tinha muito tempo, provávelmente Héstia já estaria lá, esperando algo que ela espera todos os dias, mas nunca me disse. Arrumei-me rapidamente e segui em direção ao pavilhão. O dia estava especialmente bonito, com exceção de uma imensa tempestade nas fronteiras do acampamento que mais parecia o apocalipse que os mortais dizem que vai acontecer em 2012, se bem que estamos em 2012, enfim&#8230; sou imortal mesmo.</p>
<p>Ao chegar ao Pavilhão Refeitório, dirigi-me imediatamente ao braseiro. Era uma espécie de &#8220;fogueira&#8221;, mas feita em bronze celestial, tinha o tamanho de quatro caldeirões de sopa colocados juntos e já ardia fervorosamente. Ficava exatamente entre as duas colunas de mármore, que por hora ainda não haviam tombado, voltadas para o estreito de Long Island. O odor de brisa do mar ainda era insuportável para mim, mas de certa forma os morangos frescos dos Campos de Morango amenizavam minha infeliz realidade. Esperei alguns segundos e então chamei por Héstia, mas nada surgiu das chamas. Uma voz de mulher imponente soou atrás de mim e senti um toque delicado, mas severo de mãos femininas em meus ombros.</p>
<p>- Ela não esta aqui. &#8211; disse a mulher.</p>
<p>- O que faz aqui? Não tem mais o que fazer como atormentar Papai com seu cíume doentio?</p>
<p>- Ora Dionísio, pensei que tivéssemos deixado nossas indiferenças no passado, éons atrás, quando fui a incentivadora de seu engresso como deus olimpiano. &#8211; a mulher soava calma e confiante. Não olhávamos um para o outro, apenas conversávamos lado a lado fitando as chamas.</p>
<p>- Não seja hipócrita, Hera. Não foi por fazer as pazes que você armou toda aquela palhaçada entre os deuses para me aceitarem como olimpiano. Seu plano sempre foi outro, você só queria&#8230;</p>
<p>- Ela não vai voltar, é só isso que vim lhes dizer. &#8211; ela sorriu confiante, como se mais uma vez tivesse acabado de jogar para fora de campo mais uma peça que estava em seu caminho.</p>
<p>- O que você fez com Héstia?! &#8211; Pareci mais preocupado que irritado, eu teria ficado um pouco vermelho se já não fosse vermelho o bastante nas bochechas, quer dizer&#8230; Rosa.</p>
<p>- Eu? Nada, oras. Não sou mulher de fazer algo eu mesma. &#8211; riu menosprezando minha pergunta. &#8211; Zeus infelizmente é muito apegado a Héstia, por ela ser a mais velha.</p>
<p>- Você sempre a invejou, nunca foi e nem será tão grandiosa e nobre quanto ela. &#8211; disparei sem nem perceber o que estava falando e com quem estava falando, mas logo voltei a mim mesmo e mantive o controle. &#8211; &#8230; Onde ela está?</p>
<p>- A chama de Héstia não queimará por muito mais tempo, Dionísio. Ela esta no Olimpo, onde mais estaria? &#8211; Hera continuava menosprezando minhas perguntas e eu não sou lá o deus da paciência e bom humor.</p>
<p>A situação era um pouco tensa. Eu pretendia partir em busca de algo em breve para cumprir a promessa que fiz a Héstia éons atrás, algo além do meu trono de poder que me foi tomado quando fui obrigado a cumprir essa terrível punição nesse maldito acampamento, mas agora minha amiga estava em perigo no Monte Olimpo, eu podia sentir isso, Hera provavelmente já estava vários passos a minha frente, ela com certeza estava manipulando algo. Eu precisava ir imediatamente ao Olimpo. Fiquei em silêncio alguns segundos, fitando seriamente as chamas em meus olhos cor de vinho enquanto Hera partia, deixando no ar um sorriso esnobe.</p>
<p>- Então é verdade? &#8211; Uma voz de homem surgiu também vinda de trás, mas não tão próximo como a de Hera. Não, quem quer que fosse, estava bem mais distante, mas devia estar observando a conversa e isso me enfureceu muito. Virei-me dramáticamente e de forma drástica disparei meu olhar mágico e parreiras começaram a surgir tanto do chão como dos pilares mais próximos, enrolando e erguendo o enorme corpo de cavalo do homem alguns centímetros do chão. Era apenas Quíron, o homem-cavalo.</p>
<p>- Não precisa fazer isso, precisa? &#8211; Perguntou-me calmamente, provavelmente as parreiras não o incomodavam muito, afinal, a força que apliquei era para um campista, não um homem com corpo de um garanhão de mais de 3 metros de comprimento.</p>
<p>- Preciso partir. &#8211; disse a ele.</p>
<p>- Sim, eu sei. Não se preocupe, tomarei conta do acampamento.</p>
<p>- Partirei agora.</p>
<p>- Agora? Não vai esperar o café da manhã e dar o aviso aos campistas de sua ausência?</p>
<p>- O tempo corre diferente para nós, deuses. Não posso esperar. &#8211; se bem que eu também não queria ficar para o café da manhã com todos aqueles campistas indesejáveis, se podia evitar isso, eu evitaria.</p>
<p>- Tudo bem, tudo bem, eu dou conta. Pode ir, que os deuses o abençoem.</p>
<p>Assim que Quíron terminou de falar, o som da Trombeta de Concha soou por Travis Stroll, do Chalé de Hermes. Por ser o maior Chalé, era sempre o primeiro a seguir colina a baixo.<br />
<span style="text-decoration: underline;">(O pavilhão Refeitório fica no nível do mar, do estreito de Long Island)</span><br />
Não pude deixar de querer replicar a última frase de Quíron, pareceu-me ironia e eu sou o único que posso ser irônico por aqui, mas por fim, decidi não insistir na conversa e ser obrigado a cumprimentar o Chalé de Hermes e os demais. Infelizmente sou adepto dos bons costumes antes das refeições. Decidi então partir, bem, caso você não saiba, nós deuses viajamos para o Monte Olimpo através do ar, nos desmaterializando, mas a minha frente havia outra passagem, a passagem que Héstia usa para vir do Olimpo ao Acampamento Meio-Sangue e eu não tinha tempo, decidi arriscar a passagem entre as chamas que levava ao que poucos sabem até hoje&#8230;</p>
</div>
<p>&#8230; Ao antigo trono de Héstia.</p>
</div>
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